Entretenimento
Arte marcial, ou matemática?
Ontem nós assistimos um filme chamado “Equilibrium“. A história é uma mistura de “Farenheit 451“, “1984“, “Admirável Mundo Novo” e “Matrix“.
Após a terceira guerra mundial, um novo governo totalitário decide que a causa dos problemas humanos é a emoção e decide erradicá-la através do uso compulsório de uma droga chamada “Prozium” e da eliminação de qualquer expressão da emoção humana nas artes, em pintura, literatura, escultura e mesmo coisas como decoração domiciliar. O governo espiona e fiscaliza todo mundo e os infratores, chamados de sense offenders, são capturados por agentes especiais chamados Grammaton Clerics.
Isso tudo é interessante, mas não é o importante para este post. 
O que me chamou a atenção como algo que para mim é original, é que os cléricos usam uma arte marcial chamada gun-kata.
Segundo a história, essa disciplina permite ao usuário maximizar o efeito das suas armas, ao mesmo tempo mantendo-se fora da área de ação das armas dos inimigos. Tudo isso, vejam bem, baseando-se em análises estatísticas obtidas através do estudo de milhares de filmes de combate com armas de fogo. A idéia é que o lutador se movimentaria para se posicionar em áreas onde as pessoas estatisticamente não cobrem com suas armas, de uma forma onde ele pudesse também usar as armas dele com maior precisão e infringir o maior dano possível.

Depois que eu parei para pensar, é mais ou menos óbvio que o caráter otimizado dos movimentos das artes marciais pode ser expresso matematicamente, mas elas atingiram esse estado otimizado através de experimentação física e milhares de anos de tentativa e erro.
O gun-kata, mesmo sendo fictícia, é a primeira arte marcial que ouvi falar que foi desenvolvida do zero, à partir do uso da matemática. Seria esta, finalmente, uma arte marcial para geeks? ;-P
O horror! O horror!
Justo agora que cortamos a nossa TV à cabo, fiquei sabendo que vão lançar o “The Horror Channel“, um canal só de horror.
Não é uma pena? 
A Vila
Acabamos de voltar do cinema… assistimos “The Village“, a mais recente empreitada daquele diretor indiano de nome estranho, M. Night Shyamalan.
Aparentemente ele decidiu se redimir depois da historinha mal feita que foi “Signs“, fazendo um filme mais bem amarrado.
O filme tem seus pequenos furos aqui e ali, não chegando perto da solidez de roteiro do “Sixth Sense“, mas mostra que o M. Night está corrigindo o curso dele depois do escorregão… vamos ver.
Não vou dar nenhum spoiler e ainda recomendo que quem se interessa em assistir não leia nenhuma resenha nem comentários sobre o filme, para não estragar o suspense.
Acabou a mamata
Eles finalmente vieram desligar o nosso serviço de TV à cabo. Pelo menos assistimos por um mês de graça. 
Por outro lado, agora vamos voltar a fazer as coisas que costumávamos: trabalhos manuais, passeios pela vizinhança, etc. Mesmo assistindo pouca TV, o pouco que assistíamos acabava atrapalhando o nosso esquema. Agora não vamos mais ter desculpa. 
O crime não compensa
Um cara lá no serviço da Lydia ofereceu emprestada uma cópia pirata em DVD do filme “King Arthur“, que acabou de sair nos cinemas daqui. A Lydia aceitou e trouxe o filme para casa hoje.
Sentamos agora para tentar assistir. O filme foi filmado de uma projeção no cinema, então o som é horrível e a imagem, além de ruim e distorcida pela lente da câmera de vídeo, está torta. Aparentemente o cara que filmou não se preocupou em deixar a câmera nivelada.
Desistimos do filme depois de alguns minutos e eu fiquei pensando. Tem que ser muito otário para comprar essas cópias piratas. Se o desespero de assistir é tanto assim, vá ao cinema. Se não, espere sair em DVD e alugue na locadora. Eu não estragaria o prazer de assistir a um filme sofrendo para aguentar uma porcaria de cópia pirata dessas…
Ainda temos cabo
Aparentemente a empresa de TV à cabo se esqueceu que nós cancelamos o serviço com eles… ainda está tudo funcionando aqui, depois de 3 semanas.
Vamos ver até quando vai durar a mamata. 
Tidbits
Mais um resumão dos últimos dias.
Sobre a peça: a Lydia gostou bastante, eu gostei mais ou menos, o Fúlvio não gostou.
Sobre o passeio: a visita à Baltimore e Washington DC foi legal, nos divertimos. Infelizmente o tempo foi curto e a Lydia não pode ir, mas quem sabe da próxima vez?
Sobre o Van Gogh: ele melhorou um pouco, recuperou a audição e depois parou ali. Está tonto e anda com a cabeça torta, mas tirando isso está agindo mais normalmente. O veterinário acha que ele talvez fique assim para sempre, mas a gente vai ver se dando remédio de labirintite para ele ajuda.
Sobre a falta de assunto: pois é, ando meio sem ter o que falar. Assunto até tenho, mas como não fico na frente do computador, as ocasiões passam e o assunto se perde. Eu podia reclamar do Moita ou das igrejas só para criar um bafafá, mas ando cansado demais para começar uma discussão dessas, então fico a esperar a musa voltar… 😉
Noite de teatro
Hoje à noite vamos ao teatro… ganhamos entradas para a estréia da peça “Wait!”, da qual o ferreiro/ator Bob (com quem trabalho) participa.
Infelizmente eu não achei nenhum site sobre a peça. Vou ficar devendo. Mas depois falo se gostei ou não.
Minha primeira passagem de texto
Vocês devem se lembrar que eu mencionei neste post que o Bob (um dos ferreiros para quem estou trabalhando) e os ajudantes dele são atores de teatro, não lembram?
Pois bem, o Bob está trabalhando numa peça e eu, como o cara mais novo da turma, fui “escolhido” para fazer a passagem de texto com ele hoje, no carro, durante os trajetos entre um serviço e outro. Repassamos duas cenas, o Bob como o personagem dele e eu como Wendy, a filha do personagem dele.
Foi bem interessante, mas não se preocupem que eu não fiz voz fina não, viu? 😉
They’re coming to get you…
Soa familiar? Clique aqui para ouvir o trechinho todo.
Lembrou? Claro que só poderia ser do clássico do George Romero, “The Night Of The Living Dead“.
Pois é, eu sempre brinco com a minha sobrinha falando isso para ela. Eu expliquei que tirei de um filme de zumbi onde tem uma garota com o mesmo nome dela.
Hoje ela e o meu sobrinho quiseram assistir o filme, então coloquei o DVD e assistimos na sala, com as luzes apagadas. O detalhe é que a minha sobrinha tem 5 anos e meu sobrinho 10 e ambos gostaram do filme… 
Como dizia o ditado, é de pequeno que se torce o pepino… quem sabe eles saem parecidos com o tio em gosto para filmes? ;-P
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