Nossa vidinha

Guia de sobrevivência para o inverno

1

Trabalhar (mais ou menos) ao ar livre no meio do inverno não é muito agradável… cada ano que passa o frio me afeta mais, especialmente nas mãos e pés.

O melhor jeito de se proteger do frio é se vestir com várias camadas finas de roupas, ao invés de só um agasalhão pesado. As camadas finas isolam e permitem mobilidade, e tem a vantagem de poderem ser removidas se a temperatura aumentar, ou você se aquecer por causa de atividade física.

Aqui está como eu normalmente me visto para um dia de trabalho… tem nomes em inglês porque não sei como se chamam em português, só fui conhecer os termos aqui.

Pés e pernas:

Uso botas prá inverno, com isolamento térmico e composite toes, meias, e um base layer térmico. Com a calça jeans em cima, dá prá aguentar legal. Dentro das botas (e das luvas) uso toe warmers, já falo deles.

Mãos:

Dois pares de luvas: liner gloves primeiro e as luvas grossas por cima.

Corpo e cabeça:

Camadas e camadas de roupa. Hoje eu estava usando uma camiseta por baixo de tudo, um base layer de gola alta, uma camiseta comprida, uma camisa de flanela e uma jaqueta.

Prá cabeça, é um gorro mesmo. Às vezes também uso uma máscara de esqui, quando tenho que ficar indo no pasto buscar cavalos e está ventando. Mas normalmente no inverno eu deixo a barba crescer, já ajuda bastante.

A Salvação da Lavoura:

Mesmo com tudo isso, quando está muito frio meus dedos das mãos e dos pés doem muito, o que me salva mesmo são esses toe warmers, uns sachês que reagem com o ar quando você tira do pacote e geram calor. Eles colam na meia prá não ficar mexendo dentro do sapato, e deixam tudo bem quentinho. Duram umas 6 horas, mas no inverno eu não costumo trabalhar mais do que isso, já é sofrimento suficiente :-)

Também uso eles dentro das luvas, existem uns para as mãos mas são maiores, eu usava antes mas desde o ano passado comecei a colar os mesmos que uso para os pés dentro da luva, é mais conveniente.

E é isto. Nada muito interessante, mas estava pensando nisso hoje e achei que de repente era legal postar aqui.

Mudança drástica 

3

Uma das mudanças mais importantes no nosso dia-a-dia desde que eu parei de escrever foi que eu e a Lydia começamos a fazer exercícios como parte da nossa rotina diária.

Estamos atualmente seguindo um programa de exercícios chamado AX-1, do site Athlean-X. Esta é a última semana do programa (dura 90 dias, mas estamos repetindo uma segunda vez), na semana que vem passamos pro AX-2. Gostamos deste programa porque as rotinas levam mais ou menos entre 20 a 30 minutos (incluindo aquecimento antes e alongamento no final), 5 dias por semana, necessitando só um mínimo de equipamento. Super-tranquilo de incorporar no nosso dia-a-dia, fazemos nosso exercício de manhã antes do café, no nosso porão mesmo. Até cancelamos as nossas inscrições na academia, porque não precisamos mais :-)

Ok, parece que estou fazendo propaganda… mas a verdade é que viramos proponentes do exercício como parte da rotina de todo mundo e incentivamos nossos amigos e família a adotá-lo. Só trás benefícios e se você usa um programa bom, não toma quase nada de tempo e não necessita nem de academia.

Vou deixar aqui umas fotos de comparação de como eu era quando eu comecei a escrever este blog e como estou agora… afinal de contas, já que estou fazendo o esforço para ficar em forma, tenho que mostrar o resultado :-)

Tatuagem, parte 3

6

Leia a primeira e segunda partes.

Hoje tive uma longa sessão, de quase 6 horas e meia. QUASE terminamos a tatuagem, mas chegou uma hora em que eu já não estava mais tolerando ser espetado, então paramos. A tatuadora deve precisar de aproximadamente mais uma hora para terminar, levando as horas gastas na tatuagem a mais ou menos 13 horas e meia no final das contas. O resultado está na foto abaixo.

Semana que vem a Lydia volta para a última sessão dela. Dependendo da minha recuperação e do tempo que levar para terminar a tatuagem da Lydia, a tatuadora vai terminar a minha também. Veremos.

Quase pronta, falta só um pedaço no lado de dentro do braço.

Tatuagem, parte 2

2

A primeira parte está aqui.

Ontem fui à tatuadora para começar a colorir a tatuagem. Ô trabalhinho demorado. Deve levar mais 2 sessões para terminar tudo, acho… ela só conseguiu fazer 3 tentáculos e meio dos 8, e não começou a água ainda. Por enquanto está assim:

Foto tirada lá no estúdio

 

E semana passada a Lydia começou a tatuagem dela:

Outline todo tatuado, faltando preencher

Esboço original feito pela tatuadora

 

Tatuagem, parte 1

1

E finalmente decidi fazer algo que sempre esteve na minha lista de coisas a fazer: ser tatuado. Demorou para eu me decidir o que queria, mas como aparentemente todo vegano tem que ter tatuagens, eu e a Lydia decidimos pensar seriamente no assunto e fazer as nossas. 😛

E falando em veganos, isso era outro problema: nem todas as tintas são veganas, muitas delas contém produtos animais. Fizemos umas pesquisas e conversamos com o povo em dois estúdios aqui da nossa região, e felizmente a tatuadora que escolhemos para fazer nossas tatuagens usa uma marca de tinta que é vegana: Eternal Ink (aparentemente cada tatuador tem suas preferências e não troca de marca de tinta por causa de um cliente).

O estúdio de tatuagem se chama “Sink The Ink” e a tatuadora é a Rachel. O portfolio online dela não mostra muita coisa, mas nós vimos tatuagens que ela fez em clientes quando fomos ao estúdio e gostamos bastante do traço dela.

A tatuadora tirou um “molde” do meu braço numa folha de papel, eu expliquei a minha idéia do desenho, forneci umas imagens como referência de estilo, marquei a data para a primeira sessão (que foi na quinta-feira, antes de ontem) e pronto. Na quarta-feira a tatuadora me ligou para dizer que o rascunho estava pronto, então eu fui até o estúdio dar uma olhada e fazer correções se necessário. Isto foi o que ela tinha feito, conforme o meu pedido: água na parte de cima do braço, com tentáculos saindo e se enrolando pelo braço.

Rascunho original da tatuagem.

Fiquei bem contente com o desenho dela. No rascunho ficou faltando o oitavo tentáculo, que ela ia desenhar na hora, no meu braço, para fechar a tatuagem ao redor do braço. Tudo pronto para o dia seguinte.

O primeiro passo para uma tatuagem grande assim é desenhar os contornos, e foi isso o que ela fez antes de ontem. Depois que sarar (pois a tatuagem é uma ferida gigante), eu tenho pelo menos mais duas sessões para o preenchimento com cor e adição de detalhes. Infelizmente por questões de agenda, só pude marcar a próxima sessão para o final de junho, então vai demorar um pouco para eu escrever as outras partes deste post.

Primeira etapa completa: o traço. Depois vem as cores e detalhes.

Em tempo: a Lydia não tinha se decidido o que queria quando eu marquei a minha sessão, mas agora já sabe e tirou o molde do braço na quinta-feira, para a tatuadora poder começar a desenhar a tatuagem. Mais detalhes em breve.

Casa arrumada

5

Finalmente arrumei a bagunça no desktop dos 2 monitores do meu computador (um menor, que fica à esquerda, o outro maior e widescreen, à direita). Clique para fazer crescer:

Tudo arrumadinho!

P.S. se alguém quiser essa imagem de fundo para usar, baixe daqui. Quase peguei um vírus procurando por imagens de desktop na internet. Ainda bem que tenho um monte de proteções instaladas. 😐

Sozinho em casa, versão internet meme

4

Hoje eu tinha um jantar no estilo “potluck” para ir e tinha que levar um prato (tofu assado com curry). Como a Lydia não está aqui, eu mesmo tive que cozinhar.

Cliquem para FAIL máximo!

Isso sem contar o molho de curry que espirrei na minha camiseta. 😛

1_2_3

Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três!

9

E a primavera chegou. Trazendo presentes.

 

Visita ao Brasil

6

Estivemos no Brasil nas duas últimas semanas de novembro, visitando família e alguns amigos. Fazia anos que não passávamos tanto tempo lá — as últimas viagens foram curtas, de apenas uma semana.

Mesmo assim, não conseguimos ver todo mundo que queríamos ver. Alguns porque não deu tempo mesmo (teve gente que eu nem avisei porque já sabia que não ia conseguir ver), outros porque o acaso interviu (através de acidentes e doenças súbitas).

Mas, enfim, aproveitamos bastante o tempo. Na primeira semana eu e a Lydia nos separamos, eu fiquei com meu pai em Mairiporã e a Lydia com a mãe e irmã dela em SP. Na segunda semana nós fomos para o apartamento da minha irmã Roberta e passamos tempo com ela e a minha irmã Juliana, passeando e vendo nossos amigos.

Também passamos bastante tempo em pronto-socorros, por conta de um acidente envolvendo o dedão da Juliana e uma guilhotina hidráulica na terça-feira da nossa segunda semana lá. Como ela tinha que ser levada para o pronto-socorro todos os dias para fazer curativos e não podia dirigir, ficou na casa da Roberta com a gente.

Não fizemos nenhum passeio turístico, pois não era esse o objetivo da viagem, então só tirei fotos de coisinhas que fizemos com as pessoas enquanto estivemos por lá.

A minha família e a da Lydia, incluindo a Juliana de dedão enfaixado. Se quiser ver uma foto mais chocante, sem a bandagem, clique aqui.

Eu aproveitei uma noite para fazer aula de aikidô no dojô onde o meu amigo Tocha vai, o Aikidô Nova Era. Era dia de treino de armas, então além da aula normal, tivemos prática com bokken.

Também consegui ir até Pindamonhangaba, onde mora o Felippe, namorado da Juliana, para fazermos uma sessão de música num estúdio da cidade. Contamos com a participação do Alexandre e da Flávia, da banda Alefla, que são amigos do Felippe (são eles na última foto).

E por último, nos encontramos com nossos amigos para jogar jogos de tabuleiro, coisa que sempre fazíamos antes de nos mudarmos para cá. Acabamos conseguindo juntar boa parte do povo duas vezes, o que foi muito bom.

Além das coisas acima, encontramos com algumas outras pessoas e fomos à Feira do Livro lá na USP para comprar livros e quadrinhos em português, mas não tenho fotos.

No geral, não fizemos nada muito extravagante, só aproveitamos bastante a companhia das pessoas com quem conseguimos nos encontrar. É isso que conta. :-)

Novos inimigos

3

Depois que transformamos nossa horta numa fortaleza anti-marmotas, desfrutamos de quase 2 anos e meio de tranqüilidade. Mas essa tranqüilidade foi destruída esta semana.

Os esquilos, depois de todos estes anos, descobriram que tomates são bons para comer e destruiram nossa colheita. Eles conseguem entrar pelos buracos na malha de metal da cerca, arrancam os tomates, comem um pouco e jogam fora o resto. Passaram a semana detonando os tomates à medida que eles iam amadurecendo.

Com isso, eles declararam o início oficial das hostilidades entre o reino dos esquilos e a gente. Foram promovidos a “inimigos públicos número um”.

Go to Top