Entretenimento

Volta pro poço, menina!

Fomos assistir “The Ring 2“, a sequência do “The Ring“, um dos melhores (IMHO) filmes de horror dos últimos anos.

Bad idea. Depois de um tempão sem ir ao cinema, podíamos ter assistido algo melhor. Esse filme sofre do mal comum à maioria das sequências: a boa idéia do filme original é deturpada e/ou abandonada e o resultado final acaba exagerado e forçado.

O resto do post contém alguns spoilers moderados, portanto não continuem à ler se não quiserem saber de nada.

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Feliz aniversário, Fantomas

Quem se lembra do Fantomas? Todo mundo, claro.

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Acabei de descobrir, graças ao Drawn!, que ele fez 75 anos ontem e que foi o primeiro super-herói a ser criado, muito antes do Super-Homem aparecer… quem diria?

Pau neles, Fantomas! Zeeeeeeeerooooooooooooo! 😉

Mais Battlestar Galactica

O Sci-Fi Channel disponibilizou online o primeiro episódio da “Battlestar Galactica”, completinho e sem comerciais… uh-uh! :-)

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Notem que esse é o primeiro episódio da nova série regular de TV, não da mini-série piloto que passou em dezembro de 2003 e sobre a qual eu falei neste post. A série regular estreou na TV faz 8 semanas atrás, mas infelizmente não posso assistir porque não tenho mais assinatura da TV à cabo.

Mas tudo bem, quando saírem os DVDs da mini-série e da série, eu compro. :-)

Isso sim é que é papagaio…

…não as tranqueiras que eu tenho em casa! 😉

Cliquem aqui para ver o vídeo.

O arquivo é grande (15 Mb), portanto pode demorar um pouquinho para carregar. Além disso, vai ficar no ar apenas por tempo limitado. Quando eu precisar de espaço no meu servidor, vou ter que deletá-lo.

Agradecimentos à Be, que me deu o toque. O vídeo é de um programa de TV daqui chamado Pet Star e está lá no site deles. O problema é que a versão que está lá agora está toda cortada… não deve ter nem metade da versão que eu estou colocando aqui. Ainda bem que eu fui esperto e fiz uma cópia, pois eles mudaram o vídeo uns 2 dias depois que eu o baixei. :-)

Update: aparentemente o Flash faz streaming do arquivo, então o filme pode dar umas engasgadas dependendo da conexão. Então, se vocês quiserem baixar o filme para o computador de vocês para assistir melhor, o link direto para o arquivo é este aqui.

Fazendo cenário

Hoje o dia de serviço ferrando cavalos foi super-curto (só uma hora e pouco), então fui fazer algo diferente: fui dar uma força para o Pete, o cara que trabalha comigo, montando cenário para uma peça de teatro.

O cara está fazendo o cenário para a peça “South Pacific“, que estréia em abril no Pennsylvania Playhouse.

A peça é um musical, com algumas versões para o cinema. Segundo o Pete, é muito chata… mas eu peguei o filme na biblioteca para conferir. :-)

Eu aproveitei a oportunidade e fiz um tour pelos bastidores do teatro, para ver como são as coisas do lado de trás do palco. Esse teatro tem uma oficina/depósito bem grande onde eles guardam material para cenário e props. Tem tudo o que vocês podem imaginar ali… piano, geladeiras e outros eletrodomésticos, uma centena de portas e janelas, quadros, sofás e poltronas, cadeiras, mesas, até um sarcófago, usados para construção de cenários. Eles aparentemente não jogam nada fora, até os parafusos são reaproveitados de um cenário para o outro.

Não acho que irei assistir à peça, mas depois vejo se arrumo uma foto do cenário pronto (ainda está longe de ser terminado).

The House of Flying Daggers

hofd.jpg Ontem eu e a Lydia fomos ao cinema assistir “House of Flying Daggers“, um filme chinês sobre, claro, artes marciais. :-)

É interessante ver como os filmes de kung-fu evoluíram desde que eu era criança… atualmente as produções que eles estão exportando são extremamente bem feitas, com cenários exuberantes e efeitos especiais legais (não se vê mais cordinhas levantando os atores).

A trama, apesar das reviravoltas, é relativamente simples então não vou falar nada para não estragar. As cenas de luta são na maioria bem coreografadas (apesar do exagero tradicional e de uma ou duas cenas que ficaram meio ridículas). Os esquemas de cores usados durante o filme são magníficos, um prazer para os olhos.

Se vocês gostaram de “Crouching Tiger, Hidden Dragon” ou “Hero“, este filme também é uma boa pedida. O site oficial americano, onde vocês podem ver o trailer, fica aqui.

Zatoichi no Brasil

Lembram de quando eu falei do filme “Zatoichi”?

Pois é, acabei de ler no Omelete que o filme estréia no Brasil amanhã, dia 17 de dezembro.

Façam um favor à vocês mesmos e assistam. Vale à pena.

The Shape Of Things

Ontem fomos ao teatro assistir o meu amigo Pete, outro farrier com quem trabalho, na peça “The Shape Of Things”. A peça foi produzida pelo John, um outro farrier amigo meu, e dirigida pela mulher dele.

Gostamos muito da peça e a atuação do Pete no papel principal estava muito boa. Eu já conhecia a história toda, porque ajudei o Pete a praticar as linhas dele durante estas últimas duas semanas (a gente pratica enquanto o Bob dirige o caminhão entre uma parada e outra do serviço), mas a Lydia não.

Existe também uma adaptação para cinema, aparentemente bem feita, que talvez vocês consigam encontrar para alugar. O filme é de 2003.

Eu não recomendo que vocês leiam nada sobre a história, nem mesmo uma resenha ou que assistam ao trailer, para não arruinar as surpresas.

The Grudge

Ontem à noite fomos ao cinema assistir “The Grudge“, o remake americano do filme de horror japonês “Ju-On: The Grudge“.

O filme é satisfatório, dá sustos e arrepios, mas é tudo meio na “trapaça”, pois a história não é grandes coisas. Então, por mais arrepiantes que sejam algumas cenas, fica aquela sensação de que a coisa podia ser melhor. Nesse sentido, ainda prefiro “The Ring“.

Aliás, os japoneses tem que começar a inventar coisas diferentes para colocar em filmes de horror… para variar um pouco dos creepy molequinhos fantasmas e garotas fantasmas cabeludas. Desse jeito o povo vai enjoar… 😉

Mas falando sério, acho que essas meninas fantasmas cabeludas são como os japoneses normalmente vêem os fantasmas. A gente tem na cabeça aquele fantasma com lençol e corrente, mas os japoneses tem as yurei, espíritos de mulheres que assombram um local, em busca de vingança. Nesta imagenzinha, dá para ver na hora a semelhança entre uma yurei e a Samara ou a fantasma cabeluda do “The Grudge”.

Algum dos meus leitores de ascendência japonesa poderia comentar esta minha hipótese?

Os Incríveis

inredibles.jpg Contrariando a minha política de não assistir filmes da Disney, acabei indo assistir “The Incredibles” na sexta-feira à noite.

Eu não assisto as coisas deles por causa das coisas que eles fazem contra o domínio público, com o auxílio dos políticos que tem na folha de pagamento, só para manter o copyright do rato. Se fosse só o rato, tudo bem, mas acontece que eles arrastam talvez milhares de outras obras de literatura, cinema e outras formas de arte junto, negando ao mundo o direito de usá-las. Montes de coisas que estão com o copyright caducado, ninguém sabe a quem pertence ou todo mundo que podia ter os direitos já morreu estão aí, perdidas no limbo por causa da Disney.

Mas eu divago. Eu tinha uma boa causa, que era levar meus sobrinhos. 😉

Os personagens são relativamente bem desenvolvidos, embora caiam naquele moldinho que a Disney usa para os filmes dela. Os vilões, como sempre, são feios (dentes tortos, cabelo revoltado) enquanto os heróis são perfeitos, loiros, bonitos. Colocaram, claro, um negão “token” lá para ninguém poder acusar eles de racismo… posso estar imaginando coisas, mas para mim fica na cara que ele é um personagem que foi colocado lá só para estar lá mesmo, um “acessório” sem ter qualquer outro motivo.

Mas, minhas reclamações contra as idiossincrasias da Disney à parte, o filme no final das contas é muito legal. O pessoal que curte os filmes deles pode ir sem susto.

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