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Arte marcial, ou matemática?
Ontem nós assistimos um filme chamado “Equilibrium“. A história é uma mistura de “Farenheit 451“, “1984“, “Admirável Mundo Novo” e “Matrix“.
Após a terceira guerra mundial, um novo governo totalitário decide que a causa dos problemas humanos é a emoção e decide erradicá-la através do uso compulsório de uma droga chamada “Prozium” e da eliminação de qualquer expressão da emoção humana nas artes, em pintura, literatura, escultura e mesmo coisas como decoração domiciliar. O governo espiona e fiscaliza todo mundo e os infratores, chamados de sense offenders, são capturados por agentes especiais chamados Grammaton Clerics.
Isso tudo é interessante, mas não é o importante para este post. 
O que me chamou a atenção como algo que para mim é original, é que os cléricos usam uma arte marcial chamada gun-kata.
Segundo a história, essa disciplina permite ao usuário maximizar o efeito das suas armas, ao mesmo tempo mantendo-se fora da área de ação das armas dos inimigos. Tudo isso, vejam bem, baseando-se em análises estatísticas obtidas através do estudo de milhares de filmes de combate com armas de fogo. A idéia é que o lutador se movimentaria para se posicionar em áreas onde as pessoas estatisticamente não cobrem com suas armas, de uma forma onde ele pudesse também usar as armas dele com maior precisão e infringir o maior dano possível.

Depois que eu parei para pensar, é mais ou menos óbvio que o caráter otimizado dos movimentos das artes marciais pode ser expresso matematicamente, mas elas atingiram esse estado otimizado através de experimentação física e milhares de anos de tentativa e erro.
O gun-kata, mesmo sendo fictícia, é a primeira arte marcial que ouvi falar que foi desenvolvida do zero, à partir do uso da matemática. Seria esta, finalmente, uma arte marcial para geeks? ;-P
Amanhecer dos Mortos
Voltamos do cinema agora… assistimos “Dawn of the Dead“, o remake do clássico de George Romero.
Esta versão não tem as sutilezas da original, não contém críticas ao consumismo, etc. É brutal e direta, dispensando a história e simplesmente mostrando o fim do mundo, quando as hordas dos mortos-vivos destroem tudo enquanto os poucos sobreviventes tentam, bem… sobreviver.
O filme segue a linha de “28 Days Later“. Os zumbis agora estão muito rápidos e extremamente agressivos. Se quando eles andavam devagar já eram um problema, agora então…
Eu gosto muito de filmes de zumbi e esse aí realmente é um dos melhores que assisti ultimamente. Recomendo bastante aos apreciadores do gênero.
Good this one is not…
O Cartoon Network tem exibido uma série de desenho animado, em capítulos de 5 minutos, chamada “Star Wars: Clone Wars“.
Como eu não costumo assistir esse canal, eu nunca tinha assistido à nenhum dos episódios. Ontem à noite eles passaram todos em sequência, então aproveitei a oportunidade.

Se eu tinha alguma minúscula esperança perdida lá no fundo da minha cabeça de que o próximo filme iria escapar à mediocridade dos dois anteriores… já a perdi. Depois de assistir aos desenhos, já deu para ver o que o George Lucas (a pox on his house) está planejando.
O desenho em si é bacana, lembra os desenhos do “Samurai Jack“. Mas só de ver os elementos de trama e personagens que eles estão introduzindo já dá para perceber que o George Lucas (a pox on his house) não está nem um pouco interessado em se redimir da merda que fez nos episódios anteriores da série no cinema.
Fazer o quê… o Episódio 3 é um filme que já risquei da minha lista de filmes a assistir.
Esqueci de comentar… é de conhecimento público que a raiva e ódio são os caminhos que levam o Jedi para o Lado Negro. Baseado nisso, quais dos Jedi na imagem acima estão aparentemente bem encaminhados?
The Butterfly Effect
Acabamos de chegar do cinema, fomos assistir “The Butterfly Effect“, um filme cujo astro principal, Ashton Kutcher, é conhecido por trabalhos como “That ’70s Show” e “Dude, Where’s My Car?“.
Com um histórico marcado por papéis de garotões bonitões com sérias deficiências do departamento de inteligência, não se espera muito de um filme de ficção científica sério com ele no papel principal, não é mesmo?
Felizmente, eu não podia estar mais enganado.
O filme é ótimo, um thriller de qualidade, bem filmado, com uma trama bem construída. A história se passa basicamente em três períodos diferentes, girando em torno de eventos que acontecem quando o personagem principal, Evan, tem 7, 14 e 21 anos. Ashton é Evan aos 21.
Definitivamente recomendo. Para quem quiser ver o trailer, ele pode ser encontrado no site oficial do filme.
O Último Samurai
Voltamos agora do cinema, onde fomos assistir “The Last Samurai“, filme novo com o Tom Cruise e Ken Watanabe.
Eu tenho ouvido montes de gente falar mal desse filme. Na verdade, do Tom Cruise eu espero ou um filme muito bacana, ou um total desastre. Normalmente não tem meio termo.

Devo dizer que, felizmente, o filme não me decepcionou. É muito bonito, muito bem filmado, apesar da história simples e do tradicional finalzinho hollywoodiano onde todo mundo de repente toma vergonha na cara e refuta a ganância e a corrupção. Yeah right. 😐
Mas tudo bem, exceto por esse pequeno contratempo na parte final, o filme sustenta bem os seus 150 minutos de duração. Vale à pena a ida ao cinema.
When Captain America throws his mighty shield…
Muitos de vocês com certeza se lembram dos antigos desenhos da Marvel, aqueles onde os personagens mal se mexiam, não lembram?
Pois bem… saiu nas bancas do Brasil uma revista que vem com um DVD contendo 3 episódios do desenho do Capitão América.
A minha irmã Roberta (lembram dela? Ela tomou conta do blog durante as minhas últimas férias) fez o favor de me mandar esse DVD, que eu recebi ontem à noite e já fiz questão de começar a assistir.
Como descrever a experiência? Não tendo visto esses desenhos já faz décadas, a memória tende a se modificar. Ver o desenho de novo foi muito… educativo. E foi muito engraçado.
O desenho é muito podreira. A dublagem é canastríssima. A tradução é hilária. Em suma, adorei. Só mesmo quem assistiu a esses desenhos quando criança consegue entender uma coisa dessas… 
Um pequeno exemplo. O Espadachim invade o QG dos Vingadores e é nocauteado pelo Mercúrio e a Feiticeira Escarlate. Nisso chega o Capitão América, que ao ver o cara caído no chão desmaiado, pergunta com toda solenidade:
– Quem é esse vilão sonolento?
Realmente, um clássico! 😉
Aliás, falando no Capitão América, fuçando no baú das relíquias da minha família, descobri que o Capitão América já existia na Europa durante a Idade Média. Um de meus ancestrais, obviamente um colecionador de quadrinhos antigos, deixou esta tapeçaria para seus descendentes… ;-P
“O Retorno do Rei”, uma resenha gráfica
8-O… 8-O… :-)… :-(… 8-O…
… 8-O… 8-O… 8-O…
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… 8-O… 8-O… :-(… :-)…
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“O Retorno do Rei”, uma resenha gráfica
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Alternativa é apelido!
Faz umas duas semanas a Lydia programou uma estação de FM que a gente não conhecia na memória do rádio do carro, depois de ouvir uma sequência de músicas legais.
Desde então a gente vem tentando entender que raio de estação é aquela. De manhã, quando vamos trabalhar, toca música clássica. À noite, quando voltamos, toca tudo o que se pode imaginar de gênero alternativo, punk, independente…
Tem coisas que até desafiam classificação, como uma música que eu ouvi, tocada com um piano e um xilofone de brinquedo, daqueles que se dá de presente para crianças pequenas, com os vocais utilizando vozes de vários brinquedos eletrônicos, inclusive o “Tickle Me Elmo“. 😯
Hoje, finalmente, ouvi o nome da rádio… é a WPRB, hospedada pela Universidade de Princeton em New Jersey.
A WPRB é uma rádio “non-profit“, mantida pela universidade e operada pelos alunos. Algo parecido com a rádio Brasil 2000, da universidade Anhembi-Morumbi (apesar que esta hoje em dia já cresceu e se tornou meio independente da universidade).
Se alguém estiver curioso, pode olhar a programação nesta página e ouvir a rádio online nesta aqui.
Battlestar Galactica
Quem de nós (pelo menos os homens) quando criança não sonhou em pilotar um destes?

Hoje à noite estreou “Battlestar Galactica“, a nova mini-série em duas partes do SciFi Channel.
Assisti metade da primeira parte (deixei o VCR gravando o resto), e devo dizer que, por enquanto, estou bastante satisfeito. A segunda parte vai passar amanhã.
Essa série reconta a história da destruição da raça humana pelos Cylons. Só que a nova história começa uns 40 anos para a frente de quando série anterior se iniciou. A Humanidade sobreviveu à luta com os Cylons e a tecnologia está toda mais desenvolvida. Mas não é uma continuação, é uma reinterpretação do original. Confusos? 😉
Quando a história começa, os Cylons sumiram 40 anos atrás e os humanos finalmente chegaram à conclusão que a guerra contra as máquinas acabou. A Galactica está prestes a ser retirada de serviço. O começo do episódio mostra os preparativos para a cerimônia que vai oficializar o final da guerra e o final da comissão da última das Battlestars originais que sobrou.
Dá para adivinhar quem resolve aparecer de penetra na festa? 😉
A Galactica está com visual mais moderno, apesar de usar tecnologia já obsoleta na época da história. Os Vipers atuais são todos modernosos, mas os antigos são trazidos de volta à ativa rapidinho. Essa nova produção bolou um jeito bem legal e bem explicado de trazer de volta a tecnologia de visual ultrapassado da série antiga, felizmente.
Se as próximas 3 horas forem legais quanto a primeira, vai ter valido à pena ressucitarem a franquia.

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