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Carnivàle
Acabamos de assistir ao último episódio da primeira temporada da série “Carnivàle“, que passa no HBO. Muito bom. Agora é esperar até o ano que vem para saber o resto da história…
Essa série é excelente. Se passa nos anos 30, durante a recessão, no centro-oeste americano. A história acompanha a tragetória de dois personagens principais, um rapaz que se junta a um circo ambulante em Oklahoma e um padre passando por uma série de experiências estranhas na Califórnia.
Aparentemente tudo está caminhando para alguma espécie de “confronto entre o bem e o mal”, mas não se sabe direito quem é o bem, quem é o mal, qual é o tal do confronto, onde vai acontecer, quando, por que, etc, etc, etc. O argumento é muito legal, elaborado, mantém o interesse sem entregar nada além de pedaços de pistas quebradinhos que você fica tentando montar.
Não sei se o site da HBO é visível para o pessoal de fora dos EUA. Se não for, olhem aqui para mais informações sobre esta série.
“Lord of the Rings: The Two Towers” extended DVD
Acabamos de assistir à versão extendida em DVD do “LotR: The Two Towers“… wow.
Com 40+ minutos à mais do que a versão que passou nos cinemas, esta versão é muito melhor. Através desses minutos extras, ela:
Até onde eu saiba, não existem planos de venderem essa versão no Brasil… mas se vocês puderem, obtenham uma cópia. Vale à pena.
Test-drive
Hoje eu e a Lydia resolvemos ir até uma concessionária Toyota, para experimentar dirigir o novo Prius 2004.
A “resenha” é um pouco comprida, então para ler o resto clique no link abaixo.
Extremos opostos
Na sexta-feira à noite fomos assistir “Kill Bill“, o novo filme do Tarantino. Hoje à noite fomos assistir “House of the Dead“, o filme inspirado no videogame de mesmo nome.
O primeiro filme… excelente. Aliás, um filme que começa citando “um velho ditado Klingon” tem que ser bom, não é mesmo*? A história, contada de maneira não-linear, acompanha a vingança de uma mulher, parte de um grupo de assassinos, que foi atraiçoada e quase morta por seus “colegas de serviço”. Muita violência, diálogos e história interessantes e mistura de estilos de filmagem (incluindo um trecho em animé), incontáveis referências… vale à pena.
O segundo… uma merda. Ruim, ruim, ruim, mas eles param antes de romper aquela barreira que torna filmes extremamente ruins em filmes legais. Meu conselho é pegar o dinheiro da entrada do cinema e gastar em fichas de fliperama jogando o original, no videogame. A diversão vai ser muito maior.
* A regra muda para filmes começando com velhos ditados Klingon mas cujos títulos começam com “Star Trek”… nesse caso, substituam “bom” por “ruim”. 😉
Underworld
Fomos assistir “Underworld” hoje.
A resenha minimalista é esta: nhé…
Para uma resenha mais detalhada, com possíveis spoilers, clique no link abaixo.
Avast ye, me buckos!
Ontem, contrariando a minha política de não assistir filmes daqueles scurvy dogs da Disney, nós fomos assistir “Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl“.
Arrrrr! O filme foi bem divertido. As bobeiras costumeiras foram mais sutis, o único animal falante (quem me conhece sabe que eu tenho problemas com isso) era uma arara que falava como arara mesmo, as únicas canções foram canções de piratas e a tradicional dupla de comic relief estava bem aceitável.
Claro que, sendo filme da empresa do rato, ia ser meio água-com-açucar. Mas acho que o diretor, Gore Verbinski, conseguiu fazer as quase 2 horas e meia manterem o interesse da platéia mais adulta.
E seguindo na cola desse filme, aparentemente virão outros filmes de pirata. Blimey! 😉
Experiência impressionante…
Assistimos ontem à noite ao “Jackass: The Movie“, o longa-metragem do seriado produzido pela MTV.
Ainda atordoado por essa experiência, minha mente fica tentando encaixar as peças do quebra-cabeça que as imagens de um bando de desmiolados com tendências sado-masoquista apresentou.
Por mais que a razão proteste, meu cérebro insiste que por trás daquilo tudo estão muitas das perguntas importantes da vida e uma compreensão maior da natureza humana. Talvez, através desse filme, seja possível alcançar até mesmo satori, a iluminação… 😐
League of Extraordinary Gentlemen
Voltamos do cinema agora… onde fomos assistir “LXG“.
Fraquíssimo. Tudo o que caracterizava a excelente obra de Alan Moore simplesmente está ausente, a não ser em algumas referências gráficas e detalhes escondidos no fundo das cenas.
O filme tem montes de ação, explosões, lutas, perseguições, corridas de carro… tem até o Nautilus usando GPS e lançando um míssil Polaris. Os efeitos especiais são muito bons e a filmagem passa um ritmo frenético às cenas de ação.
Isso tudo faz de LXG um bom filme? A resposta é não. A trama é estúpida e sem sentido. Os personagens foram esvaziados do carisma deles. Não trazem quase nada a mais para a história do que seus poderes ou habilidades. As relações entre eles são forçadas, superficiais e não servem para “definir” os personagens.
De “extraordinária” essa liga só tem o nome, mesmo. 
Homem-Aranha, Homem-Aranha, nunca bate, só apanha…
Estreiou ontem o novo desenho do Homem-Aranha na MTV.
Logo na estréia eles já passaram 2 episódios… o legal foi que eles não recontaram de novo a origem do Homem-Aranha, mas sim pegaram a linha temporal algum tempo depois do filme (por exemplo, com o Normam Osbourne já morto).
O estilo do desenho é meio estranho… todo feito em computador. Nas cenas exteriores os prédios tem poucos detalhes, a não ser durante close-ups. No link acima tem um videoclip que mostra bastante coisa do desenho.
Acho que o desenho foi até que legal. Não é tão “pesado” quanto o desenho do Spawn que a HBO produziu, infelizmente, mas está valendo. Com certeza é melhor do que os desenhos antigos do cabeça-de-teia.
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