Entretenimento
Mudança de carreira
Preciso mesmo mudar de profissão. Como o mercado de emprego está concorrido demais na minha área, acho que vou me candidatar para este concurso aqui (aviso… o link pode não ser apropriado para o lugar de trabalho).
Avast ye, me buckos!
Ontem, contrariando a minha política de não assistir filmes daqueles scurvy dogs da Disney, nós fomos assistir “Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl“.
Arrrrr! O filme foi bem divertido. As bobeiras costumeiras foram mais sutis, o único animal falante (quem me conhece sabe que eu tenho problemas com isso) era uma arara que falava como arara mesmo, as únicas canções foram canções de piratas e a tradicional dupla de comic relief estava bem aceitável.
Claro que, sendo filme da empresa do rato, ia ser meio água-com-açucar. Mas acho que o diretor, Gore Verbinski, conseguiu fazer as quase 2 horas e meia manterem o interesse da platéia mais adulta.
E seguindo na cola desse filme, aparentemente virão outros filmes de pirata. Blimey! 😉
Experiência impressionante…
Assistimos ontem à noite ao “Jackass: The Movie“, o longa-metragem do seriado produzido pela MTV.
Ainda atordoado por essa experiência, minha mente fica tentando encaixar as peças do quebra-cabeça que as imagens de um bando de desmiolados com tendências sado-masoquista apresentou.
Por mais que a razão proteste, meu cérebro insiste que por trás daquilo tudo estão muitas das perguntas importantes da vida e uma compreensão maior da natureza humana. Talvez, através desse filme, seja possível alcançar até mesmo satori, a iluminação… 😐
League of Extraordinary Gentlemen
Voltamos do cinema agora… onde fomos assistir “LXG“.
Fraquíssimo. Tudo o que caracterizava a excelente obra de Alan Moore simplesmente está ausente, a não ser em algumas referências gráficas e detalhes escondidos no fundo das cenas.
O filme tem montes de ação, explosões, lutas, perseguições, corridas de carro… tem até o Nautilus usando GPS e lançando um míssil Polaris. Os efeitos especiais são muito bons e a filmagem passa um ritmo frenético às cenas de ação.
Isso tudo faz de LXG um bom filme? A resposta é não. A trama é estúpida e sem sentido. Os personagens foram esvaziados do carisma deles. Não trazem quase nada a mais para a história do que seus poderes ou habilidades. As relações entre eles são forçadas, superficiais e não servem para “definir” os personagens.
De “extraordinária” essa liga só tem o nome, mesmo. 
Homem-Aranha, Homem-Aranha, nunca bate, só apanha…
Estreiou ontem o novo desenho do Homem-Aranha na MTV.
Logo na estréia eles já passaram 2 episódios… o legal foi que eles não recontaram de novo a origem do Homem-Aranha, mas sim pegaram a linha temporal algum tempo depois do filme (por exemplo, com o Normam Osbourne já morto).
O estilo do desenho é meio estranho… todo feito em computador. Nas cenas exteriores os prédios tem poucos detalhes, a não ser durante close-ups. No link acima tem um videoclip que mostra bastante coisa do desenho.
Acho que o desenho foi até que legal. Não é tão “pesado” quanto o desenho do Spawn que a HBO produziu, infelizmente, mas está valendo. Com certeza é melhor do que os desenhos antigos do cabeça-de-teia.
Terminator 3
Fomos assistir “Terminator 3: The Rise of the Machines“, que estreou ontem por aqui.
O filme é apenas mediano. Não teve nada de excepcional, foi basicamente um repeteco dos dois anteriores. Apesar do título, não mostram virtualmente nada da ascensão das máquinas e da guerra com os humanos.
Apesar de entreter, não chega aos pés dos seus predecessores. Tem algumas tentativas de humor meio forçadas, o TX (a Terminatrix “vilã”) é uma personagem para lá de secundária — podiam ter colocado um carrinho de controle remoto com um revólver preso em cima que daria na mesma.
Vale à pena assistir para efeito de “completar” a série, se você curtiu muito os dois filmes anteriores. Caso contrário, talvez seja melhor esperar pelo DVD.
28 Days Later. Mas antes disso…
Voltamos do cinema, onde fomos assistir “28 Days Later“, um filme de zumbi / fim de mundo.
Gostamos muito do filme. O diretor usou umas técnicas de filmagem diferentes e foi muito eficiente em manter a tensão e o clima de desespero.
Mas antes do filme… estávamos eu, a Lydia e o Flávio sentados esperando os trailers começarem. Eu estava ligando para fazer um post via Audblog, quando dois moleques de uns 17 anos encostam ali na gente, olham para a Lydia e começam:
Moleque #1: mãe? mãe?
Nós: o quê?
Moleque #1: mãe?
Nós: aaah, sai fora, esses caras estão de zoeira.
Nisso chega uma funcionária do cinema e #1 vai falar com ela. #2 então se aproxima e diz para a Lydia:
Moleque #2: você pode fingir que é a nossa mãe?
Lydia: nem ferrando!
A gente ouve então a funcionária perguntando:
Funcionária: Quem é a sua mãe?
Moleque #1 (apontando para a Lydia): Aquela ali…
Eu (acenando do meu lugar): Não, não, não! Não é ela não!
A funcionária olha para mim, olha para os moleques, aponta para a saída. Os dois saem com ela.
Vale à pena mencionar que esse filme tem classificação “R” aqui, e menores de 18 anos tem que vir acompanhados por um adulto.
A cena toda foi tão absurda que eu não conseguia saber se ria, se fazia um post no Audblog ou deixava para escrever depois mesmo…
Moral da história? Se você for menor de idade e quiser entrar no cinema desacompanhado… não venha pedir para a gente. Não vamos nos responsabilizar por ninguém não. 😛
O que é que dá…
…se alguém misturar água-viva, estrela do mar, pepino do mar, lagartixa e uma boa dose de raios-gama?
Isso mesmo… o Hulk!
Assistimos ao filme ontem. Não tem muito que eu possa estragar do filme, pois é um filme de super-herói “basico”… mas na verdade, o filme saiu bem melhor do que eu esperava.
Uma coisa que eu não sei ainda se gostei ou não foi que eles fizeram muitos dos “cut-scenes” como se fosse quadrinhos… uma hora se virava a página, outra hora se mudava de um quadro para outro como se estivesse olhando uma revista.
Vale à pena para o pessoal que curte quadrinhos. Para os outros… não sei.
Fuga rápida
Dei uma fugida rapidinha daqui do serviço agora e voltei com umas comprinhas (clique para ampliar):
Comprei os DVDs do “Quest For Fire” e o “Animatrix” (graças à minha esperteza com o uso de cupons e ofertas, paguei $8 no primeiro e $10 no segundo).
Depois bateu a fominha e eu aproveitei para passar no restaurante chinês e comprar um almoço… 
Monstruosidades
Depois dos comentários no meu último post, fiquei com vontade de escrever sobre filmes… especialmente filmes de terror.
Acho que filmes de terror são o meu tipo de filme preferido. Seguido de perto por ficção científica e fantasia. Depois vem o resto em uma ordem não muito bem definida, mas com possivelmente os filmes de faroeste no final da lista.
Será que isso é trauma de infância? Desde criança eu assisto filmes de terror, e até hoje me lembro de muitos deles que assisti, sozinho, muitas vezes à noite. Vampiros, lobisomens, zumbis, outras criaturas das trevas e fenômenos bizarros sempre povoaram a minha imaginação.
Além dos filmes, eu também era leitor assíduo das revistas em quadrinhos do Drácula, Lobisomem, Múmia, Zumbi e Cripta, que trocava semanalmente nas barraquinhas de revistas usadas na feira. Aliás, será que ainda existem essas barraquinhas?
Ainda hoje, essa predileção permanece. Várias das revistas que eu compro regularmente tem alguma queda para o horror e sobrenatural. A minha biblioteca é dominada por livros de horror. Da minha coleção de DVDs, boa parte se concentra nesse tema — só não é maioria por causa da Lydia, que não me deixa comprar os filmes mais podreiras. 😉
Essa fascinação pelo sobrenatural, curiosamente, colide de frente com a minha convicção na não-existência do próprio sobrenatural. Mas pelo menos torna a vida no “interior da minha cabeça” muito interessante. Só não contem isso para o meu psicólogo.
Mas às vezes eu gostaria que essas coisas existissem mesmo, para tornar a vida da gente mais emocionante. Já pensou se para você chegar em casa à noite do trabalho, você tivesse que enfrentar vampiros, zumbis, crocodilos gigantes e etc?

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