" /> Captain's Blog: November 2004 Archives

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November 30, 2004

Os Incríveis

inredibles.jpg Contrariando a minha política de não assistir filmes da Disney, acabei indo assistir "The Incredibles" na sexta-feira à noite.

Eu não assisto as coisas deles por causa das coisas que eles fazem contra o domínio público, com o auxílio dos políticos que tem na folha de pagamento, só para manter o copyright do rato. Se fosse só o rato, tudo bem, mas acontece que eles arrastam talvez milhares de outras obras de literatura, cinema e outras formas de arte junto, negando ao mundo o direito de usá-las. Montes de coisas que estão com o copyright caducado, ninguém sabe a quem pertence ou todo mundo que podia ter os direitos já morreu estão aí, perdidas no limbo por causa da Disney.

Mas eu divago. Eu tinha uma boa causa, que era levar meus sobrinhos. ;-)

Os personagens são relativamente bem desenvolvidos, embora caiam naquele moldinho que a Disney usa para os filmes dela. Os vilões, como sempre, são feios (dentes tortos, cabelo revoltado) enquanto os heróis são perfeitos, loiros, bonitos. Colocaram, claro, um negão "token" lá para ninguém poder acusar eles de racismo... posso estar imaginando coisas, mas para mim fica na cara que ele é um personagem que foi colocado lá só para estar lá mesmo, um "acessório" sem ter qualquer outro motivo.

Mas, minhas reclamações contra as idiossincrasias da Disney à parte, o filme no final das contas é muito legal. O pessoal que curte os filmes deles pode ir sem susto.

November 29, 2004

Coisas que eu aprendi no Xou da Xuxa

Aposto que esse foi o primeiro contato com assédio sexual e sexo oral que muita gente teve... ;-)

November 28, 2004

Carta para o Editor, parte 1

Saiu no meu jornal local. Cliquem para ampliar:

Nunca deixa de me espantar que, num país, ou melhor, um mundo dominado por cristãos de várias denominações, esse pessoal ainda queira se fazer de mártir, insistindo que são perseguidos e ridicularizados por "christian haters" onde quer que vão.

O que eles acham que as pessoas que estão por aí "explorando" o Natal são? São cristãos também, igual à eles.

A tiazinha também perde pontos pela falta de pensamento próprio, ao repetir (sem parar para pensar) que sem a religião (deles, claro) o mundo seria um inferno, sem qualquer tipo de base moral ou código de conduta civilizado.

Viagem para Lowell

A cidade de Lowell, que fica no estado de Massachusets, tem uma história muito interessante.

Foi cidade pioneira da Revolução Industrial, fundada em 1821 como local da vanguarda da indústria têxtil nos EUA, utilizando a força das águas do rio Merrimack para mover as máquinas que produziam tecido à partir do algodão trazido do sul.

Durante anos foi um modelo de desenvolvimento técnológico e social, até que seu sucesso causou a sua queda: a concorrência, inspirada pelo sucesso do modelo das indústrias de Lowell, forçou a redução dos preços, corte de salários, aumento das horas de trabalho e a queda da qualidade de vida, o que espantou as mulheres Yankees que até então eram parte predominante da força de trabalho, dando lugar para os imigrantes de várias procedências. Isso mudou para sempre a personalidade da cidade por causa da miscigenação cultural.

A história de Lowell é muito mais detalhada do que eu poderia resumir em um blog, especialmente no tocante às mill girls, as mulheres que operavam as máquinas. Elas vinham de fazendas procurando trabalho, educação e independência financeira, e foram pioneiras dos movimentos de igualdade de direitos das mulheres.

Nós passeamos pelos museus, vimos bastante coisa e achamos muito interessante que, no início, a Revolução Industrial nos EUA realmente ocasionou um aumento de qualidade de vida. Essas mill girls, apesar de trabalharem pesado, ganhavam dinheiro, estudavam e se educaram, tinham contato com o que havia de mais interessante na época em termos de eventos culturais, formavam comunidades, publicavam revistas e jornais, escreviam ficção, poesia, artigos políticos e trabalhistas, etc. Eu comprei até um livreto sobre isso para ler com calma quando voltasse para casa.

Mais detalhes sobre a história da cidade, para quem estiver interessado, podem ser obtidos neste link.

Tirei poucas fotos, pois estava sempre esquecendo de levar a câmera comigo... mas aqui estão as melhores que eu tirei. Clique nas imagens para ampliar.

A casa onde ficamos:

Detalhes... corrimão, radiador, porta do sótão onde o irmão e o primo da Lydia estavam refazendo a fiação elétrica, um crucifixo na cozinha, pouco acima da altura da mesa, já até pintado por cima:

Mais detalhes... uma plantinha na frente da casa, o gato deles, o anoitecer visto da porta de entrada:

O centro de Lowell:

November 27, 2004

De volta

Chegamos em casa faz pouco menos de uma hora, cuidamos dos gatos, separamos a correspondência, desfizemos as malas, etc, etc.

Amanhã escrevo algo sobre a viagem.

November 24, 2004

Bye, bye, papagaios

Não, não mandamos eles embora. :-)

Amanhã é feriado, então vamos aproveitar o final de semana prolongado para viajar para Lowell, o mesmo lugar onde fomos passar o Natal do ano passado.

Nós acabamos de deixar os papagaios numa loja de animais aqui perto que também hospeda papagaios. Eles vão passar o final de semana prolongado lá e voltam para casa no domingo à tarde.

Eu achei esse lugar meio por acaso, nas andanças para ir de uma fazenda e outra. Como eles se especializam em animais e pássaros exóticos, decidi parar para ver e fiquei sabendo que eles também hospedavam pássaros.

Foi uma grande descoberta, pois agora podemos ir viajar tranquilos quando quisermos, sem termos que nos preocupar. O problema é o custo... sai $2 por dia. :-P

Presente de Natal adiantado

O Bob, o ferrador com quem trabalho, me deu isto aqui ontem, como presente de Natal adiantado (cliquem para ampliar):

É um "one-handed foal nipper", um cortador de casco para ser usado com uma mão só.

Quando você corta o casco de filhotes ou de pôneis pequenininhos, muitas vezes não consegue segurar a perna do animal entre as suas, então precisa agachar, segurar a pata com uma mão e cortar com a outra, o que é difícil com a ferramenta normal, que é mais comprida e não tem aquelas alças para enganchar os dedos.

Já usei ontem mesmo... funciona legal. :-)

November 23, 2004

Traição na Casa da Colina

Fiquei com vontade de fazer uma resenha de jogo... eu costumava fazer resenhas para um mailing-list do qual fazia parte, mas aqui no blog o máximo que fiz foi descrever brevemente alguns jogos que joguei no ano passado.

Aproveitando o restinho da animação do Boardgame Rodeo, eu estava com vontade de falar sobre um jogo que comprei recentemente, "Betrayal at House on the Hill".

bahoth.jpg

No BaHotH, cada um dos jogadores controla um investigador, perambulando pela casa para descobrir a fonte do mal que habita nela. Durante algum ponto do jogo, um dos jogadores desperta esse mal e vira um traidor. À partir desse ponto, ele joga contra todos os outros jogadores. Existem 50 cenários diferentes, com cada um dos lados (o traidor e os heróis) tendo objetivos diferentes à cumprir para ganhar o jogo.

Para ler o resto da resenha, clique abaixo.

Os componentes do jogo são quase todos bem feitos. Existem 6 miniaturas de plástico pintadas, cada uma com uma cor dominante (branco, azul, etc). Essas cores correspondem à cor de uma ficha hexagonal, que contém as características de dois personagens, um em cada lado (escolhe-se qual lado vai ser usado antes do jogo), o que eleva o total de personagens disponíveis para serem jogados para 12. Os tiles que formam a mansão são bem feitos, assim como as cartas. Existe uma variedade enorme de marcadores, de formatos diferentes, usados para indicar desde monstros e itens no chão até coisas como qual sala está debaixo do buraco no térreo, ou se o cofre está vazio.

A mansão onde jogo se desenrola é construída à medida que os jogadores passeiam por ela. Começa-se com o corredor de entrada e conforme os jogadores entram pelas portas, são adicionadas as salas, compradas de uma pilha de tiles. Exemplos de tiles (clique para ampliar):

A casa tem dois andares mais o porão, e certos tiles só podem ser colocados em certos níveis da casa. Os símbolos amarelos indicam que quando o tile é colocado em jogo, o jogador deve comprar uma carta do tipo indicado. Algumas salas tem regras especiais, descritas no tile.

Cada jogador, durante a sua vez, pode andar com seu personagem, descobrir novas salas, comprar cartas, jogar dados e fazer um ataque (na segunda parte do jogo).

O início do jogo serve para "criar o clima". Os investigadores se movem pela mansão, acumulam itens e melhoram ou pioram seus atributos durante encontros com manifestações menores ou os perigos de uma casa caindo aos pedaços. Progressivamente, conforme certas salas chaves são colocadas em jogo, as chances de acontecer algo que desencadeia uma Manifestação aumentam, até a hora em que alguém a desencadeia.

À partir desse momento, começa o desespero.

Os jogadores se dividem em dois grupos: o traidor, que joga sozinho, controla eventuais monstros e se torna imune a certos efeitos da casa, e os heróis, que são o resto dos jogadores. O lugar e a carta que desencadearam a Manifestação são usados para determinar qual dos 50 cenários será utilizado.

O traidor então lê as suas instruções para aquele cenário no livrinho dele, e os heróis fazem a mesma coisa com o outro livro. Cada grupo tem objetivos diferentes para cumprir para ganhar o jogo, e não sabem o que o outro tem que fazer, o que torna as coisas bem mais interessantes. Não vou comentar sobre os cenários que joguei para não estragar para ninguém.

Nessa parte do jogo, os jogadores podem fazer ataques e agora podem morrer.

Esse jogo fez bastante sucesso aqui em casa e provavelmente vai ser bastante jogado. É simples e acessível o suficiente para interessar jogadores ocasionais, e ao mesmo tempo tem bastante "recheio" para agradar aos gamers de plantão. Pelo preço que eu paguei (quando comprei estava com 35% de desconto), foi uma pechincha... comprei deste lugar aqui.

Mais informações, fotos e regras adicionais podem ser encontradas na página do Boardgame Geek. O site oficial do jogo fica aqui. Eles também tem um demo online que dá uma idéia simplificada de como o jogo funciona.

November 22, 2004

Deixados de fora

Eu não andava visitando os blogs do pessoal desde que fechei o meu, porque tive um problema com o meu leitor de RSS. Arrumei isso hoje e já fiz a ronda pelos blogs.

Acabei descobrindo que algumas pessoas colocaram posts nos blogs deles lamentando o fechamento do meu. E outras pessoas deixaram comentários nesses posts falando que também liam meu blog e ficaram chateadas porque eu o fechei, mas não sabiam como entrar em contato comigo.

Quando eu mandei os e-mails sobre a reabertura do blog pedindo para o pessoal me mandar senhas para cadastramento, eu acabei deixando bastante gente de fora. São pessoas que liam o blog mas não costumavam deixar comentários, e se eu não tinha os endereços deles no meu address book eu acabei esquecendo. Mas eu gostaria que elas também pudessem voltar a ler o blog se quisessem.

Por favor, então, se vocês souberem de alguém que costumava ler o meu blog mas não recebeu meu e-mail, sintam-se à vontade para pedirem para eles me escreverem no endereço voivoed@hotmail.com.

Eu só peço que vocês não saiam publicando posts avisando que eu voltei, pois o pessoal da família da Lydia lê alguns dos blogs de vocês, e foi justamente para escapar deles que eu mudei o endereço do blog e coloquei senha.

Obrigado pela ajuda! :-)

November 21, 2004

O Homem Elefante

Hoje foi dia de ir ao teatro... fomos ao Centre Theater, em Norristown, assistir "The Elephant Man", estrelado pelo Pete, um dos ferradores que trabalham comigo.

O Pete faz o papel do Dr. Treves, o médico que resgata o Homem Elefante e cuida dele. Olha ele na foto do cartaz da peça, abaixo (clique para ampliar).

Gostamos muito da produção da peça. A história é muito tocante e usa o Homem Elefante para provocar a discussão do que é ser humano, e se a gente está fazendo um serviço às alturas. Vale apontar que o Homem Elefante e as pessoas envolvidas na peça realmente existiram... a peça é calcada em fatos reais.

O ator que fez o papel do Homem Elefante merece destaque. A caracterização dele não usa nenhuma maquiagem, somente expressão corporal e a voz para passar para a audiência as deformidades, as dificuldades e o tormento do Homem Elefante. A voz, especialmente, impressiona e emociona a gente. Não dá para explicar como é que ele faz.

Infelizmente, nem mesmo se algum de vocês morasse aqui perto, não daria mais para vocês assistirem: hoje foi o último dia da peça.

November 20, 2004

Boardgame Rodeo

Acabou de acabar... nossa primeira festa de jogos de tabuleiro.

Inspirados pela Festa do Peão de Tabuleiro, nós fizemos a nossa versão americanizada (e em escala muito menor), que chamamos de Boardgame Rodeo.

Convidamos montes de gente, mas no final das contas só 8 pessoas vieram (um total de 10, contando comigo e a Lydia). Dessas 8, só 3 já tinham jogado uma coisa ou outra com a gente antes, os outros não faziam nem idéia do que esperar.

Jogamos "Carcassone", "Betrayal at House on the Hill", "Cosmic Encounter" e até "Blood Bowl". Foram só duas mesas rolando jogos simultaneamente... não é muita coisa, mas foi um bom começo, acho.

Pelo menos um dos objetivos, que era mostrar para os nossos amigos quantos jogos interessantes existem por aí, acho que foi alcançado. Resta ver se eles realmente gostaram e se estariam dispostos a voltar. A nossa intenção era tentar repetir esses encontros algumas vezes por ano.

Se vai dar certo, não sei. Só sei que hoje vou dormir satisfeito. 8-)

Sangue de J... oops, quero dizer, cocô da vaca tem poder!

Para ninguém dizer que eu só reclamo dos crentes tentando promover o ensino do Criacionismo nas escolas... infelizmente fundamentalistas religiosos tem de todo tipo e em todo lugar. Das profundezas da Índia, apresentamos a mais nova onda de aberrações do fundamentalismo religioso Hindu.

Organizações fundamentalistas Hindus estão gastando montes de dinheiro recebidos de doações para provar que as vacas, além de sagradas, são realmente animais especiais e até mesmo os excrementos e a urina delas devem ser imbuídas de poderes milagrosos.

O artigo completo está neste link, mas aqui vão alguns trechos dignos de nota:

Bhanwarlal Kothari, a senior member of the RSS, said, "Our tests have shown that distemper made out of cow dung and spread over walls and roofs can block nuclear radiation."

Ou que tal:

In the past eight years, Mansinghka, who is well-informed but not a qualified researcher, has supervised donations worth $500,000 for research on the curative properties of cow urine and dung. [...] "We believe that cows' urine can cure cancer, renal failure, arthritis and a lot of other ailments," Mansinghka said.

E a minha parte preferida (ênfase minha):

He summoned one of his researchers, an Ayurvedic physician named Bharat Chouragade, to explain the benefits of cow urine. "I don't think cows' urine can cure cancer," Chouragade said. "What it can do is enhance the effects of the modern cures for cancer." That disappointed Mansinghka, who later said of his Ayurvedic physician, "some people are misled by too much learning."

Essa última afirmação foi o que me fez querer colocar este post. Eu acho que ela resume o fundamentalismo religioso, e aponta para a coisa que eles mais gostariam de eliminar: conhecimento do tipo sério, embasado, criado através da experimentação e do debate objetivo.

E é triste e assustador ver que essa corja aparentemente vem ganhando força, seja aqui nos EUA ou no Brasil com o crescimento da influência das igrejas evangélicas, ou na Índia com os esses crentes hindus querendo promover superstição disfarçada de medicina séria.

November 18, 2004

Inimigos

Cena dramática do mundo animal do dia de hoje:

Um bode pigmeu africano viu seu inimigo mortal, o pônei miniatura, de costas para ele, sendo casqueado. Pegou embalo, correu e acertou uma cabeçada em cheio na bunda do pônei, que saiu pulando.

Acabou sendo muito engraçado. Para todo mundo menos o pônei, claro. ;-)

Os rumores da minha morte...

...foram um tanto exagerados. Mas passou perto.

Eu tinha decidido parar de escrever por causa da interferência da família da Lydia, que monitorava o blog, o que me forçava a deixar de escrever várias coisas que eu queria para evitar encheção de saco para a Lydia.

O pessoal reclamou, falou que não podia e pediu para eu voltar. Além disso, eu senti falta de escrever. Então voltei.

Como vocês vão ter percebido, o blog agora tem acesso restrito. Perdem-se os enventuais contribuintes novos, mas paciência. Por outro lado, também não vamos mais ter invasão de crentes. E eu tenho certeza que a família da Lydia não está patrulhando (infelizmente isso significa a perda dos comentários do Flávio, meu cunhado).

Mas vamos ver como é que a coisa funciona com acesso restrito. Isso pode sempre ser mudado, eventualmente.

Ah! O layout da página ainda está em estado transitório... não estranhem problemas ou mudanças repentinas.

November 8, 2004

De boca amarrada

Abri este blog para falar das coisas que queria falar, mas nem isso mais posso fazer... é uma merda.

November 6, 2004

Pólvora, traição e intriga

Remember, remember the fifth of November,
gunpowder, treason and plot,
I see no reason why gunpowder treason
should ever be forgot.

Hoje fomos a uma festa de "Bonfire Night", na casa do Bob, um dos ferradores para quem trabalho.

Em 1605, um grupo de conspiradores liderados por Guy Fawkes tentou explodir o Parlamento inglês. O plano fracassou, mas até hoje o dia 5 de novembro é lembrado pelo povo inglês com fogueiras, fogos de artifício e "malhação de Judas" com um boneco que neste caso é do Fawkes.

Para quem leu "V de Vingança", isto deve soar bem familiar, não? O personagem V é inspirado em Fawkes e se veste como o mesmo.

No caso do Bob, a coisa toda começou com uma festa suspresa de aniversário para uma inglesa amiga dele, mas acabou se tornando tradição. Aparentemente quase todos os anos eles reúnem os amigos e acendem uma fogueirona imensa. Segundo a mulher dele, em anos passados eles tiveram fogos de artifício e até mesmo o boneco.

Para a gente estava meio chato porque não tinha ninguém (além dos anfitriões) que eu conhecia e a festa não estava muito animada, por causa da depressão geral após o fiasco das eleições... eles quiseram manerar nas manifestações políticas. Quem sabe no ano que vem melhora.

November 4, 2004

Operação

A Lydia sofreu uma pequena cirurgia hoje, no nariz, para remover umas obstruções e corrigir um desvio no septo nasal que a deixavam permanentemente congestionada.

Chegamos em casa agora à pouco. A cirurgia em si foi rapidinha, mas entre o pré e o pós-operatório, foram-se umas boas 5 horas.

Ela está bem. Está deitada agora, se recuperando, cheia de gaze no nariz. ;-)

Extra! Extra! (continuação)

dumb.jpg

November 3, 2004

Extra! Extra!

O povo americano acaba de dar mais uma demonstração do quanto é idiota, mal informado e de que não está nem aí com nada que não diga respeito aos EUA: o Moita do Mal foi reeleito presidente.

Eu sinceramente temo pelo futuro.

November 1, 2004

Estou cansado

Queria escrever aqui hoje mas estou tão canszzz...