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Que dia mais produtivo…
Finalmente parou de nevar agora à pouco. No meio da tarde eu tive que ir lá fora para dar uma limpada no driveway e na calçada, antes que a neve ficasse acumulada demais para o meu snow blower dar conta. Agora vou ter que ir lá terminar o serviço.
Eu e a Lydia ficamos o dia todo jogando “The Longest Journey“, um jogo para computador que comprei faz um tempo atrás, mas que nunca terminamos por falta de tempo. Ainda não chegamos no final, mas se bobear ainda acabamos hoje mesmo.
Update: não acabamos… eta joguinho comprido.
Snow Day!
Estou em casa, impedido de ir trabalhar por causa da neve… que chato… 😉
Update: já são quase 13:00 e ainda não parou de nevar… já deve ter caído entre 4 e 6 polegadas de neve.
Ai meu pescoço…
Fui na aula de aikidô ontem, onde praticamos só golpes que envolvem jogar o adversário usando o braço na garganta dele para empurrar a cabeça para trás, e hoje estou com uma dor danada no pescoço… além da dor generalizada pelo corpo após não ter ido na aula por uma semana e meia. E além disso, tem também a dor no braço esquerdo que levou uma torcida a mais durante a aula um tempinho atrás, e ainda não se recuperou.
O debate está feroz
A minha entrada sobre ter ou não filhos de ontem está rendendo pano para manga… mas por enquanto só 4 pessoas estão participando.
Quero juntar opiniões suficientes sobre meus leitores para satisfazer à minha curiosidade pessoal, e também para poder ter uma idéia melhor de onde eles se posicionam sobre essa questão… portanto participe você também! 
Opiniões sobre procriação
Ter ou não ter filhos? Essa era uma questão que eu e a Lydia debatemos desde que nos casamos. Apesar da tendência sempre ter sido “não”, acho que só nos decidimos mesmo há não tanto tempo atrás, depois de muita consideração, comparações, projeções econômicas e avaliações de impacto social, ambiental e etc… 😉
Depois disso, andei pesquisando por aí e acabei descobrindo que a decisão de não ter filhos está se tornando cada vez mais popular, e que o número de organizações de casais sem filhos (normalmente motivados pelo desejo de socializar com outras pessoas também sem crianças) aumenta também a cada dia.
Existem indicações pelas coisas que andei lendo de que as pessoas que decidem não ter filhos normalmente são as mais informadas. Pesquisaram e se informaram sobre o que realmente significa criar e educar uma ou mais crianças, avaliaram o impacto em todos os sentidos que isso tem na vida de um casal, e decidiram que não valia à pena. As pessoas que querem ter filhos normalmente não param muito para pensar, simplesmente tem os filhos e depois dá-se um jeito de descobrir como isso funciona.
Eu fiquei então curioso em saber do pessoal que lê o meu blog: qual é a posição de vocês quanto a ter filhos? Querem ou não? Quem já analizou realmente as razões que tem para querer ou não ter filhos? Quem procurou avaliar seriamente os efeitos dessa decisão na sua vida e não apenas obedecer ao empurrão da sociedade para se ter filhos?
Vou esperar para ouvir os comentários antes de começar a colocar as minhas opiniões mais radicais aqui… 
Me acorde quando acabar o filme
Muito bem… acabamos de voltar do cinema, onde fomos assistir “Solaris“.
O resumo, em uma palavra: ZZZzzzzzz…
Meu, que filme chato. Não interessa o quanto a filmagem é legal, a história super-simples esticada por 2 horas e tanto a um passo de tartaruga simplesmente me colocou para dormir. O engraçado é que a última vez que isso aconteceu foi quando assisti a um filme russo chamado… “Solaris“. Eu devia ter suspeitado… 😉
Bom, o filme não é de todo ruim. Tem seus pontos bons, mas acho que eu já estava dormindo nessa parte.
Lembra dos pesadelos de quando você era criança?
Fomos assistir “Solaris” ontem à noite, mas chegamos tarde e perdemos a sessão que se encaixava com o nosso horário, então acabamos assistindo “They” no lugar.
O filme trata dos medos do escuro que as crianças tem, de que tem algo embaixo da cama ou dentro do armário que está só esperando a luz se apagar para vir pegá-los. Me lembrou um pouco um filme italiano que assisti já faz muito tempo atrás, chamado “O Armário do Diabo” (não consigo achar referências para ele).
Com certeza não é um dos melhores filmes de terror que já assisti, mas também não fica entre os piores. As idéias não são originais, e às vezes até meio sem nexo. Mas deu para assistir na falta de coisa melhor, sem ficar revoltado.
O Mauro 😉 recomenda para quem não tem nada melhor para fazer.
Meus dedos estão entorpecidos…
…enquanto escrevo esta entrada. Acabei de voltar do quintal, onde estava dando uma última geral antes de encerrar os serviços até o final do inverno.
Passei o cortador de grama pelo gramado todo para picar as folhas que caíram das árvores, empilhei uns tocos de lenha que o meu vizinho me deu, dei uma inspecionada no lado de fora da casa para ver se estava tudo bem… tudo sob uma temperatura de -3 graus centígrados, o que para o pessoal do Brasil deve parecer loucura. Mesmo assim, como fiquei lá fora por mais de uma hora, minhas pernas e mãos começaram a ficar dormentes.
Comilança, cinema, depois mais comilança
Como todo feriado que envolve refeições com a família, enchemos a pança ontem. Começamos por um farto almoço na casa do Sérgio, irmão da Lydia.
À tarde fomos ao cinema, eu e a Lydia para assistir “My Big Fat Greek Wedding“, e o Sérgio e família foram assistir “Santa Clause 2“.
Depois voltamos para a casa do Sérgio para jantar e jogar um pouco de Heroclix com ele e as crianças.
Sobre o filme… nós gostamos bastante. É uma comédia romântica bem engraçada que explora as diferenças culturais entre gregos e os americanos, e pelo que sei do contato com um grego que trabalha comigo, a maior parte daquilo é bem verdade mesmo (vou ver se ele assistiu e conferir depois). Vale à pena assistir para uma diversão garantida.
É feriadão!
Amanhã comemora-se aqui nos EUA o “Thanksgiving” (seria a mesma coisa que o Dia de Ação de Graças?). Como a sexta-feira é dia de folga também, este blog talvez fique meio parado pelos próximos dias. Quando eu estou em casa eu não tenho muito tempo para escrever, ao contrário de quando estou no trabalho… 😎
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