Nossa vidinha
Que tal uma piscina agora?
Meu dia como hacker
Alguns meses atrás a gente começou a receber correspondência para um casal desconhecido. Começou com um ou outro catálogo, malas diretas de empresas… e foi aumentando. Alguns vinham no nome do homem, outros no nome da mulher, outros no de ambos.
Começamos a ficar preocupados que essas pessoas podiam estar saindo por aí usando nosso endereço, ou ter usado ele em algum roubo de identidade. Decidi então tentar descobrir quem eles eram.
E como descobri. Achei os nomes deles, endereço e telefone reais, a empresa onde a mulher trabalha, o nome da filha dela e até coisas como o nome e endereço do corretor de imóveis que vendeu a casa para eles.
Tudo isso usando uma ferramenta extremamente avançada: o Goggle.
Pois é, o nosso querido Google, pelo jeito, sabe direta e indiretamente muito mais coisa sobre a gente do que a maioria de nós ficaria contente em admitir. Por exemplo, o pessoal que mora nos EUA pode experimentar digitar o número do telefone deles (com o código de área) no Google e ver o que acontece (não sei se isso funciona em outros países com versões próprias do Google).
Não que essas informações não estivessem disponíveis antes, mas a simplicidade com a qual hoje em dia você as acessa e correlaciona assusta um pouco. Com o que eu obtive rapidamente somente pela internet através de várias pesquisas, com alguns chutes e deduções, já me possibilitaria criar um caos na vida desse casal.
Felizmente, depois que obtive o endereço real deles, pude perceber que tudo não passou de um erro de digitação. Eles moram próximo da gente e o nome da rua deles é muito similar. Alguma toupeira por aí deve ter digitado o endereço incorreto num banco de dados, e daí ele foi se propagando através das vendas de informação que as empresas costumam fazer por aqui.
É por isso que eu digo: tomem cuidado… nunca se sabe quem está olhando. Posso ser eu. Bwahuahuahuahuáááááá! 😉
Rotina
Ultimamente a coisa está meio monótona. Entre trabalhar em serviço chato e cuidar da bicharada em casa, a gente não tem feito muita coisa interessante.
Com o frio, então, complica mais. O dia acaba cedo, não dá para chegar em casa e dar uma volta de bicicleta ou mesmo sentar no balanço no quintal para ficar olhando o céu.
Eu gosto do frio e da neve, mas acho que isso afeta meu ânimo. Precisava de um solzinho para esquentar e me dar mais ânimo para fazer as coisas. Das duas uma: ou minha depressão piora no inverno pela falta de luz, ou então meu lado urso está se manifestando e eu preciso entrar em hibernação. 😛
Possivelmente é a segunda opção. Eu ando tão sonolento que tenho até sonhado acordado ultimamente. Como agora enquanto escrevo este post, cada vez que dou uma “pescada” eu tenho um micro-sonho. Muito estranho.
Da janela do banheiro…
Ho Ho Ho (parte 2)
Ho ho ho!
Bom, daqui à pouco nós vamos nos pirulitar em direção à Boston. Não vou postar nada nos próximos dois dias, mas na volta eu coloco fotos, se tiver.
E não deixem de se lembrar do que é realmente importante nesta época do ano: ganhar muitos presentes! Arrrrr! 
Hoje tem teatro…
…mas eu não me lembro o que vamos assistir. Doh!
Depois eu conto como foi. Se me lembrar. 😉
Mais tarde: não só esqueci o nome da peça de novo, como dormi por pelo menos metade dela… vou ficar devendo a resenha. ;-P
Mais tarde ainda: a peça é esta aqui, ó. A Lydia pediu para eu colocar um link, assim vocês podem olhar e ver se acham interessante ou não.
Neve
Passeio
Ontem à noite fomos até Philadelphia (mais precisamente, Manayunk, uma das áreas agregadas à cidade) para nos encontrarmos com o pessoal do Childfree Meetup.
Fomos a uma choperia chamada “Manayunk Brewery and Restaurant“, um lugar muito legal e com comida e bebida boa, que fica um desses prédios de fábrica enormes e antigos, restaurado e transformado em restaurante.
Conversamos de montes de coisas, principalmente religião e ateísmo. Mas, ao contrário da crença de que gente childfree gosta de se reunir para poder falar mal de quem tem criança, esse tópico nem passou pelo nossa cabeça… 😉


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