Nossa vidinha
Relaxando
Depois de passar muitas horas cavocando e quebrando bloco, resolvemos fazer uma coisa que há muito tempo não fazíamos: passear no parque. Eu e a Lydia fomos de bicicleta, e o meu cunhado & cia foram de carro.
Pare com o cursor sobre as fotos para ver as descrições, clique nelas para ampliar.
Canteiro de obras
Agora que o tempo ficou mais agradável, começamos as obras da nova localização da nossa horta. Vai ficar encostada à nossa casa, no lugar onde antes existia uma estufa (que demolimos no nosso primeiro ano aqui na casa).
Dá para ver como estava antes neste post aqui, que tem fotos de uns dias atrás.
E como se chama aqui, “big ear”?
Quem disse que só existe orelhão no Brasil? Eu achei um esses dias, no caminho que faço para ir para a casa do Sonny, meu professor ferreiro, e ontem eu parei lá para tirar uma foto.
Infelizmente, acho que o orelhão não vai existir por muito mais tempo, pois como vocês podem ver, ele está na frente de um prédio comercial que está sendo demolido.
E como se chama aqui, “big ear”?
Quem disse que só existe orelhão no Brasil? Eu achei um esses dias, no caminho que faço para ir para a casa do Sonny, meu professor ferreiro, e ontem eu parei lá para tirar uma foto.
Infelizmente, acho que o orelhão não vai existir por muito mais tempo, pois como vocês podem ver, ele está na frente de um prédio comercial que está sendo demolido.
Tá pegando fogo!
Está pegando fogo lá onde a minha cunhada e família moram, em Miami. É um brush fire, um incêndio na vegetação mais baixa que cobre a área.
A casa dela não está em perigo, apesar da proximidade do fogo, mas eles mesmo assim tiveram que sair de casa por causa da fumaceira absurda. As casas nas fotos abaixo são na rua onde eles moram… cliquem para ampliar.
A rede de TV local está cobrindo a história neste link. Também tem um monte de fotos aqui (de ontem) e aqui (de hoje).
Só para confirmar… está todo mundo bem, eles estão inclusive passeando porque não podem ficar em casa. 
O que é o que é?
Que anda de quatro na sujeira por horas e horas à fio?
Pausa…
Quem falou que é o Mauro, se arrastando no forro do telhado para instalar um ventilador no teto do banheiro do andar de cima, acertou… 
O forro da casa tem quase 40 anos de poeira acumulada, é baixo e cheio de pregos. Passei horas lá em cima hoje, até conseguir instalar a caixa que segura o ventilador, descobrir como é que a fiação estava feita, passar a tubulação para levar o ar para fora, passar a fiação nova e ligar tudo. Meu cunhado me ajudou, mas ficou cuidando da “parte de baixo” do serviço, dentro de casa mesmo.
Estou cansado, sujo e com dor de cabeça. E para ajudar, cheio de arranhões dos pregos e com os braços cheios de farpas das vigas do telhado. 
Cansaço
Estou bem cansado… acabei de chegar em casa depois de um dia todo trabalhando como voluntário para o Habitat for Humanity.
O Habitat é uma organização que constrói casas para pessoas que tem renda mais baixa, num esquema de mutirão. As pessoas ajudam na construção das casas e pagam menos e/ou tem condições de financiamento melhores.
Mas quando eu falo que são casas para pessoal de renda mais baixa, não pensem que são “Projetos Singapuras” da vida não. As casas são muito decentes, como vocês podem ver pelas imagens abaixo. A primeira imagem é um desenho conceitual, a segunda é uma foto das casas mesmo, de um dos blocos ainda em construção. Cliquem para ampliá-las.
Aliás, era nessas casas mesmo que eu estava hoje. Cada bloco desses são 4 casas geminadas, as da ponta são maiores e serão vendidas no mercado aberto e as do meio serão vendidas para o pessoal que está comprando pelo Habitat. Já tem algumas unidades prontas, inclusive com gente morando nelas, construídas em volta de uma praçona. São basicamente iguais à essas da imagem e da foto, variando só um pouco na altura em relação à rua (algumas são ao nível da rua, algumas são mais elevadas, com uma escadinha para entrar pela porta da frente. Essas mais altas tem um “degrau” a mais no telhado da garagem).
Estou doando as horas que eu trabalhar para uma moça solteira e mãe de 4 filhos, que precisa de 500 horas de trabalho como parte da obrigação dela nesse mutirão. Vou trabalhar esta semana na quinta-feira e talvez no sábado, se eles tiverem “expediente” (pode ser que não, por causa da Páscoa). Hoje eu ajudei na construção das garagens, começamos a erguer umas paredes. Carreguei montes de madeira, serrei, preguei, parafusei… só espero que a casa não desabe depois. 😉
Nove anos atrás…
Mama mia!
Eu já falei que o mestre ferreiro com quem estou estudando é italiano? E que tem um restaurante italiano? Não?
Bom, hoje à noite eu e a Lydia fomos até lá para jantar. É meio longinho, fica a uma hora daqui de casa, mas como ele tinha me falado para ir lá achei que não custava nada dirigir um pouco e fazer um agá com ele.
Descobri que o cara, além de ser mestre ferreiro, também é mestre cozinheiro. A comida estava simplesmente uma delícia. Comemos uma lasanha de berinjela, vegetariana, que ele faz e que estava fantástica, só o molho de tomate já fez a viagem valer à pena. Não era nada como o molho de tomate americano, mas sim como o molho que a gente come nas cantinas do Bexiga, em São Paulo.
Meu professor estava lá, jantando com a mulher dele. Nos sentamos na mesa ao lado e ficamos batendo papo até a hora deles fecharem o restaurante. Na saída, ele ainda foi até o congelador e nos deu 4 pizzas que ele faz no forno à lenha para a gente trazer para casa. Hummmmm… 
Interrompemos a nossa programação…
Boletim especial!
O prédio onde a Lydia trabalha está em chamas. Todos os empregados saíram do prédio em segurança e os bombeiros já se encontram no local. Mais notícias no decorrer dos acontecimentos.
Voltamos agora à programação normal.
Atualização: o fogo foi apagado. Foi do lado de fora do prédio, numas pilhas de estrados de madeira… queimou o lado do prédio e o telhado, agora está tudo cheirando fumaça. Os funcionários foram dispensados mais cedo.
Últimos comentários